“Aparento-me o melhor que eu posso ser, mas por dentro eu sempre estarei carente de algo. É tão complexo sentir tua falta, saber que os meus braços já não são tua morada e mesmo assim estar pronta pra quando você precisar deles. Há tempos a gente já não sabe mais o que quer, já não sabe mais se aguenta, se sorri pra disfarçar, se a temperatura está boa pra dar aquele abraço apertado que não te solta mesmo depois do fim. Eu só gostaria de tê-la, certeza. Só gostaria de deixar mais de lado toda essa insegurança que sempre lembra de mim e volta pra confundir as coisas. Eu só preciso descobrir em que rua olvidei o meu amor próprio, porque o que restou vem falhando comigo toda vez que o passo é firme. Oh, meu bem, teu cheiro encostou em mim mês passado e agora eu já não sei se me estabilizo mais. O teu gosto ainda marca aqui no fundo e eu tenho sede de provar novamente, por mais terno que seja perante os meus lábios cortados. Volta aqui pra eu fazer-te um cafuné, abraçar-te tão intensamente sem sufocar, acariciar-te os poros da pele delicadamente e tranquilizar-te diante de todo o vendaval que nos aflige. Eu te quero deitado comigo, mordendo a parte esquecida do meu corpo, cuidando do meu coração que hoje bate por obrigação.”
Lizandra Oliveira.
“Do nosso amor a gente é quem sabe, Pequena.”
“Sou o oposto
do verso
tu és brisa
eu, concreto.”
Elisa Bartlett    (via d-iffindo)
“Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.”
Nietzsche (via desaguas)
“As pessoas não se apaixonam muito hoje em dia. Elas preferem estudar, ganhar dinheiro e viver outras experiências. Faça uma enquete rápida e concluirá que quase ninguém crê no amor. Quando mais você sabe da vida, menos você se apaixona. A paixão nasce da ignorância: quanto menos sei sobre você, e mais eu quero saber, mais vulnerável eu fico. Só que atualmente ninguém mais quer saber de ninguém, além de si mesmo. Todos uns cínicos.”
Gabito Nunes.  (via invirbus)
“Pra você eu guardei a minha melhor parte, meu bem. Você foi uma das coisas mais bonitas que já passou por essa minha vida e apesar de tudo eu te guardo aqui. Te guardo e te cuido mentalmente. Você pode se transformar na pessoa mais cruel do mundo e ainda assim, de você, eu guardarei a melhor parte.”
Psicografou  (via poesografa)
“Sabe, quando a gente tem vontade de encontrar a novidade de uma pessoa, quando o tempo passa rápido quando você está ao lado dessa pessoa, quando dá vontade de ficar nos braços dela, e nunca mais sair. Sabe, quando a felicidade invade quando pensa na imagem da pessoa, quando lembra que seus lábios encontraram outros lábios de uma pessoa, e o beijo esperado ainda está molhado e guardado ali em sua boca. Que se abre e sorri feliz quando fala o nome daquela pessoa, quando quer beijar de novo muitos lábios desejados da sua pessoa, quando quer que acabe logo a viagem que levou ela pra longe daqui.”
Nando Reis.   (via poesografa)
“Admiro quem se aceita e consegue ser feliz do jeitinho que é.”
Marcello Henrique. (via sou-inseguro)